Influencer Marcinha Oliveira dá dicas de como se aventurar no kitesurf


No verão de 2022, o beach tennis era o esporte da vez. Agora, em 2023, enquanto o esqui domina os alpes suíços e franceses, do outro lado do mundo, o kitesurf se tornou “a nova onda” (literalmente) por aqui.

Nos últimos tempos, as redes sociais foram lotadas de registros de homens e mulheres se aventurando no mar do Nordeste brasileiro. A região é o point de quem procura o local ideal para a prática do kitesurf, em razão dos bons ventos. A modalidade aquática estreará nos Jogos Olímpicos de 2024.

Os brasilienses não estão fora dessa lista de turistas que desembarcam no litoral para se “deixar levar” pelo kite. Moradora da capital, a influencer aventureira Marcinha Oliveira esteve em Tatajuba, no Ceará, na virada do ano, para curtir mais uma temporada radical. A bela já havia experimentado a atividade em fevereiro de 2022, quando se apaixonou.

“A minha primeira kitetrip foi em fevereiro do ano passado. Queria fugir da agitação do Carnaval e decidi ir para um lugar tranquilo, que foi Tatajuba, no Ceará. Com mil habitantes, a cidade fica bem próxima à Jericoacoara. Me encantei com o esporte, conheci alguns campeões mundiais nativos e comecei a fazer aulas”, lembra.

Marcinha Oliveira esteve em Tatajuba, no Ceará, para fazer kitesurf
Marcinha Oliveira em Tatajuba, no Ceará - Zig Proxy
Influencer Marcinha Oliveira

Embora os atletas demonstrem facilidade ao controlar a pipa da modalidade, Marcinha Oliveira adianta: “Não é um esporte fácil, mas é uma delícia. Foram necessárias várias aulas até conseguir, de fato, se equilibrar na prancha e ‘voar”, fala ela.

A influencer, antes de tudo, passou por um curso para aprender sobre o vento, equilíbrio e a funcionalidade dos equipamentos necessários.

Marcinha Oliveira em Tatajuba, no Ceará - Zig Proxy
Tatajuba, no Ceará, é uma ótima opção para os praticantes de kitesurf
Marcinha Oliveira em Tatajuba, no Ceará - Zig Proxy
Belíssima praia cearense

Como é o kitesurf

Há todo um passo a passo para o kite navegar. A primeira etapa é encher a pipa com uma bomba de ar. Depois, é preciso organizar as linhas e conectá-las ao kite, para, logo em seguida, fixá-lo no trapézio e subi-lo. “Uma vez que essa parte estiver finalizada, já é possível subir na prancha, que se parece com a prancha de wakeboard, e levar o kite até a água — em mar aberto ou nas lagoas que se formam em frente à praia”, conta a brasiliense.

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Para Marcinha, agora sim a diversão começa. “Com o vento, você consegue velejar com o equipamento em downwind ou upwind. A sensação é semelhante a uma meditação: você se sente totalmente conectado à natureza, com o vento no rosto enquanto a prancha desliza na água… É um sentimento muito especial”, compartilha ela.

Marcinha Oliveira em Tatajuba, no Ceará - Zig Proxy
Para Marcinha, a sensação do kite é a mesma da meditação

Itens indispensáveis

De acordo com a atleta, existem alguns itens indispensáveis para manter a segurança, em especial dos iniciantes, no esporte. Colete, capacete, óculos, trapézio e muito protetor solar não são pré-requisitos.

“Mesmo que as aulas sejam feitas no meio da tarde, o sol do Ceará não dá trégua nenhum minuto”, alerta.

Marcinha Oliveira em Tatajuba, no Ceará
Capriche no protetor solar!

Hospedagem e gastronomia

Segundo a influencer, a cidade de Tatajuba tem pousadas confortáveis. No entanto, as opções gastronômicas do local são poucas. “Mas as experiências nas casas que visitei foram positivas: ambientes aconchegantes, comida deliciosa e atendimento impecável”, afirma.

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À noite, o céu estrelado e deslumbrante da região se torna o protagonista da viagem. “Como tem pouca iluminação artificial, dá pra deitar na areia da praia e ficar vendo as estrelas, fazer uma fogueira… A comunidade é gentil e sabe receber os turistas muito bem”, diz Marcinha.

“Inclusive, em setembro, eles recebem o Campeonato Mundial de Kitesurf, e grande parte dos turistas são gringos vindos da França, Holanda, Alemanha e Espanha, lugares onde o esporte tem muitos praticantes”, acrescenta.

Se o kite conquistou o coração da brasiliense? Impossível ela não ter se encantado. Para a influencer, a conexão com a modalidade aquática irá durar mais do que uma paixão de verão passageira. Logo na primeira vez que ela viajou a Tatajuba, o que seria uma estadia de uma semana, se prolongou por mais sete dias.

Em dezembro do ano passado, ela voltou para curtir mais 20 dias, chegando a celebrar o Natal na casa dos novos amigos que fez por lá. Já no mês seguinte, Marcinha retornou para o destino, onde passou 10 dias na companhia de duas amigas. “Pretendo voltar mais vezes esse ano”, revela.

Marcinha Oliveira em Tatajuba, no Ceará - Zig Proxy
O kitesurf conquistou o coração da influencer

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